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MARINGÁ

MPPR obtém liminar que proíbe bar de provocar poluição sonora

O Ministério Público do Paraná suspendeu atividades de bar que causava poluição sonora. Estabelecimento fica em zona de silêncio.

Redação 104 News

Redação 104 News

MPPR obtém liminar que proíbe bar de provocar poluição sonora

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Em Maringá, o Ministério Público do Paraná obteve uma decisão judicial liminar relevante. A 13ª Promotoria de Justiça da comarca atuou no caso. A Justiça determinou que um bar suspenda atividades que causem poluição sonora. O pedido cautelar ocorreu em ação civil pública. Dessa forma, o MPPR respondeu às queixas da população.

O bar fica no Conjunto Habitacional Inocente Vila Nova Júnior. A localização do estabelecimento agrava ainda mais o problema. Ele está a apenas 200 metros de um hospital. Além disso, o imóvel está em uma região classificada como “zona de silêncio”. Portanto, as regras para emissão de sons são ainda mais rígidas nesse local.

Dezenas de reclamações motivaram a ação

O Ministério Público recebeu dezenas de reclamações da população. Os moradores não suportavam mais o barulho excessivo. As autoridades também aplicaram diversas autuações contra o estabelecimento. No entanto, as multas não resolveram o problema. Por conseguinte, o MPPR partiu para a via judicial.

Antes de ajuizar a ação, o órgão tentou resolver de forma amigável. O MPPR propôs um termo de ajustamento de conduta (TAC). A empresa assinou o documento, mas não o cumpriu. Mais especificamente, o bar sequer providenciou as licenças necessárias. Desse modo, a tentativa de solução extrajudicial fracassou completamente.

Justiça impõe multa de R$ 50 mil por evento

A decisão liminar determinou medidas rigorosas contra o estabelecimento. O bar e seu proprietário devem se abster imediatamente de atividades barulhentas. A proibição vale para quaisquer eventos ou atividades com emissão sonora relevante. A restrição permanecerá enquanto a empresa não comprovar documentação específica.

O bar precisa apresentar licença ambiental vigente e atualizada. Ele também deve obter um alvará de funcionamento válido e eficaz. Ambos os documentos precisam existir cumulativamente. Além disso, a Justiça estabeleceu uma multa severa. O valor é de R$ 50 mil para cada evento irregular. Consequentemente, descumprir a ordem judicial sairá muito caro.

O nome do bar não foi divulgado oficialmente. A Justiça manteve o estabelecimento em sigilo por enquanto. A decisão, no entanto, já produz efeitos imediatos. Os moradores da região agora podem contar com o sossego. Por fim, o MPPR acompanhará o cumprimento da liminar. A população pode denunciar novos casos de poluição sonora ao órgão.

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